Era evidente que ela não conseguiu o que ela queria na noite. Subiu no elevador comigo, verdadeiramente linda e falsamente ruiva, produzida para um alguém que não encontrou. Pensei em como seria a vida dela naquele apartamento, sozinha, se demaquilando naquele momento. Ou continuaria de maquiagem?
Eu não saberia. Não naquela noite e nem amanhã de manhã. Ela só gozava de uma frustração que, para mim, era impossível me oferecer para compartilhar, porque eu estava plenamente satisfeito. O que é bom.
Só lamentei, egocêntrico que sou, que o objeto da frustração dela não fosse eu.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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2 comentários:
Daé-lhe, Léo. Sempre um prazer te ver, brother... Seguinte: sobre aquelas nossas prévias conversas, estou te enviando um e-amil com meus fones. Vamos falar mais. Abraços.
enviei praquele mail do yahoo, nao sei se é o mesmo. Tamos aí. abs!
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