Qual é o limite do mau gosto no humor?
Não sei, é uma linha muito pessoal, que lida com fatores totalmente subjetivos. Quem perdeu um parente assassinado por um motorista bêbado dificilmente vai rir de uma piada sobre alcool e direção.
Mas quando o humor tenta ser bonzinho, chapa branca, bom-mocista... acho que é tão escroto quanto aquilo que dizem ser grotesco. A boa piada não perdoa ninguém - uma lição que o Monty Python entendia como ninguém. Ou vai dizer que o "coro dos crucificados" no final de A Vida de Brian não é a coisa mais filha da puta, desrespeitosa, genial e hilária que você já viu?
Dito isso: me acabei de rir com isso daqui. Tem amigos que leem esse blog que certamente não gostarão. Mas eu achei maldosamente genial. Genial pra caralho - e todas as hipérboles que se possa inserir.
Chico Barney: o homem do ano, segundo algumas publicações por aí.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Sou da opinião que não se faz piada com quem não tem condições de respondê-las à altura. No caso, o Bortolotto pode e, se der tretinha, os dois que se digladiem nos blogs da vida à vontade.
Mas esse mesmíssimo filho-da-puta chamado Chico Barney há anos fez uma piada extremamente gratuita com crianças com síndrome de down [com foto e tudo, não apenas uma referencia como o termo "mongolóide"] que me fez ter NOJO da liberdade de expressão por meses.
Ok, tenho um irmão com síndrome de down e a minha visão sobre fazer piadas com doenças mentais é bem moralista. Mas assim como é direito dele fazer piada com o que bem entender, é meu direito achar que ele é um dos maiores cuzões com quem já tropecei na internet.
Mas foda-se. Não me faz diferença, mais. Segue o jogo.
Postar um comentário