quarta-feira, 22 de julho de 2009

A FLiPicaretagem

"Tomar os livros da mão de um escritor em plena FLiP é o equivalente a apreender o violão de algum hippie na Virada Cultural só por ele estar tocando-o. É o equivalente ao tomar a bola do Zaguinha [saca aquele tio das embaixadinhas?] na porta do Maracanã em dia de jogo da Seleção. É de uma natureza tão mesquinha que faria Costa & Silva e Médici dormirem como bebês.

Literatura brasileira e grandes corporações não deveriam ser mundos aliançáveis. São antagônicos na essência, historicamente. Hoje, a área de entretenimento e arte é o grande playground fiscal dos peixes graúdos deste querido Brazil com Z maiúsculo [estão aí Gulherme Fontes e seu Chatô que nao me deixam mentir]. E sabe o que é pior? A vista grossa dos grandes nomes, dos grandes pensadores brasileiros que estiveram no evento. Sim, eu tô falando daquele Chico Buarque & turminha S/A. Passa esse link pra ele. Chico, o baluarte, o culto, o pensador, O ÍDOLO, vai dizer: 'lamentável que isso aconteça a um artista e tenho certeza que esse erro da organização vai ser corrigido no futuro'. Assessoria de imprensa pura. Todos os assessores de impresa escrevem do mesmo jeito escroto."

Fernando Lalli, o Boi, chutando muitos rabos que PEDIAM UM PONTAPÉ HÁ MUITO TEMPO.

Quando não há homens para fazer um trabalho, chame um Boi.

Leia mais no post de 14 de julho desse blog aqui.

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